terça-feira, 23 de setembro de 2008
quinta-feira, 11 de setembro de 2008
Vidinha
Estou me sentindo melhor com o curso, agora tem um novo integrante no meu grupo. Novo bimestre com novos professores (um é antigo, mas 2 são novos) e um novo trabalho.
No serviço as coisas também estão mudando, pessoas saindo, pessoas entrando. Espero ser a próxima a sair, já estou trabalhando para isso.
Estou com um esmalte da cor do bubaloo tutti-frutti. Combina muto com meus brincos "pinks cheguei", rs.
Falta de assunto é foda, mas não estou com cabeça pra mais uma crônica.
E que o final de semana venha logo, por favor.
Não que eu tenha grandes planos, mas o sol atiça a minha liberdade...
No serviço as coisas também estão mudando, pessoas saindo, pessoas entrando. Espero ser a próxima a sair, já estou trabalhando para isso.
Estou com um esmalte da cor do bubaloo tutti-frutti. Combina muto com meus brincos "pinks cheguei", rs.
Falta de assunto é foda, mas não estou com cabeça pra mais uma crônica.
E que o final de semana venha logo, por favor.
Não que eu tenha grandes planos, mas o sol atiça a minha liberdade...
segunda-feira, 8 de setembro de 2008
O frio.
Estava frio. Ela detestava o frio. Olhou pela janela implorando um raiozinho de sol que fosse. Nada. Resolveu sair para dar uma volta.
No caminho encontrou com ele tirlintando de frio. Cada vez que seu cachecol caía, um grunhido e uma nova tentativa de prendê-lo. Seus braços em torno de si mesmo esfregavam-no sem parar.
Naquele momento ela soube: era amor.
Viu quando ele virou a esquina e bateu a porta no primeiro café do quarteirão. Quando entrou, viu que ele já tinha escolhido um lugar para sentar e reparou que a mesinha era a mais longe da porta.
Foi até ele, sentou ao seu lado. Não disse nada, pois não era necessário.
Quando ele olhou pra ela, viram que seus dentes batiam em uníssono. Ela estendeu a mão sobre a mesa. Ele a pegou e notou que tinham a mesma temperatura, em vias de congelamento.
Colocou a mão dela em concha em frente aos lábios e assoprou um vento quentinho e úmido.
Foi só isso, assim começava o relacionamento mais quente e recíproco da vida de ambos. Por que às vezes basta um friozinho na barriga. E às vezes basta apenas um friozinho.
No caminho encontrou com ele tirlintando de frio. Cada vez que seu cachecol caía, um grunhido e uma nova tentativa de prendê-lo. Seus braços em torno de si mesmo esfregavam-no sem parar.
Naquele momento ela soube: era amor.
Viu quando ele virou a esquina e bateu a porta no primeiro café do quarteirão. Quando entrou, viu que ele já tinha escolhido um lugar para sentar e reparou que a mesinha era a mais longe da porta.
Foi até ele, sentou ao seu lado. Não disse nada, pois não era necessário.
Quando ele olhou pra ela, viram que seus dentes batiam em uníssono. Ela estendeu a mão sobre a mesa. Ele a pegou e notou que tinham a mesma temperatura, em vias de congelamento.
Colocou a mão dela em concha em frente aos lábios e assoprou um vento quentinho e úmido.
Foi só isso, assim começava o relacionamento mais quente e recíproco da vida de ambos. Por que às vezes basta um friozinho na barriga. E às vezes basta apenas um friozinho.
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